Após mais de vinte e cinco anos a trabalhar em fábricas de tintas e revestimentos, já vi a espuma transformar o que deveria ter sido um ciclo de produção simples num longo dia de rejeições e retrabalho. Não importa quão boa seja a dispersão do pigmento ou o sistema de resinas — se a espuma persistente chegar à tinta acabada, acaba-se por ter poros, crateras, mau fluxo e clientes insatisfeitos. Os antiespumantes são os aditivos que silenciosamente evitam a maioria destes problemas, mas apenas quando se escolhe o tipo certo e se utiliza corretamente.